sexta-feira, 15 de outubro de 2010

“O educador faz “depósitos” de conteúdos que devem ser arquivados pelos educandos. Desta maneira a educação se torna um ato de depositar, em que os educandos são os depositários e o educador o depositante. O educador será tanto melhor educador quanto mais conseguir “depositar” nos educandos. Os educandos, por sua vez, serão tanto melhores educados, quanto mais conseguirem arquivar os depósitos feitos. (Freire, 1983:66)”

A lição maior como educadores que temos de Freire é a preocupação com o social. A busca de alternativas e propostas devem ser uma constante em nosso dia a dia, no sentido de resgatar o “homem”, o “cidadão” e o “trabalhador” da alienação de seu “ser”, de seu exercício de cidadania e de sua dignidade.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O CAMINHO



Estou numa cidade parada
Sem saber o que fazer

Aprender ler e escrever
É o caminho certo

Vamos miha gente
produzir para crescer
A cidade é pequena
E não tem o que fazer
Mundo metropolitano
Pode destruir você
Engolir você

Vamos miha gente
produzir para crescer
A cidade é pequena
E não tem o que fazer
A politicagem misquinha
Pode destruir você
Engolir você

Música de amigo

BLOQUEIO DAS CONTAS






Três ex-prefeitos da nossa cidade Caldas Brandão aparecem na Lista do Tribunal de Contas da União como inelegíveis, e agora TCE-PB determinou o bloqueio das contas bancárias da velha Caldas Brandão, devido a não compatibilidade entre as prestações de contas e a folha de pagamento da prefeitura.






domingo, 10 de janeiro de 2010

O GRITO DE CALDAS BRANDÃO!






Caldas Brandão terá O GRITO para mostrar a realidade da população, pelo esquecimento de alguns governantes ou da grande maioria, pois a Cidade encontra-se sem o desenvolvimento que necessita:












FALTA POLICIAMENTO;


PRAÇAS QUEBRADAS;

CALÇAMENTO QUEBRADOS E NADA DE NOVOS;

Ao leitor, confesso o meu desabafo, que a cidade de Caldas Brandão encontra-se nesse caos, principalmente por causa de uma lei municipal que levou a prefeitura e a câmara municipal para o povoado de cajá, e em seguida vêm políticas desse tipo que não busca melhorar a vida dos cidadões e jovens. Com esses grandes obstáculos citados, vejo que muitos moradores da cidade têm medo de reclamar ou denunciar a situação que passamos, talvez por que muitos trabalhem na prefeitura ou tenha parentes na mesma. Então como cidadão desta cidade, estou muito, muito cansado dessa heresia, e não quero que esses políticos venha em nossas casas somente nas fesperas eleitorais com promessas que não são compridas, pois esta política suja e altamente falsa vem mantendo as renovações desses governantes no poder.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Caldas Brandão sofre abandono da Administração Municipal




Não importa a hora ou a localidade, em qualquer parte de Caldas Brandão é possível se contemplar provas de que a cidade anda maltrada por sua administração. Os serviços essenciais, aqueles de rotina não são realizados e a população termina sofrendo.


Quem chega a cidade vindo do Cajá tem a impressão de que está entrando em um beco sem saída, ou mesmo um depósito de lixo. Ao lixo soma-se uma ema enorme buraqueira, pois o calçamento encontra-se totalmente danificado e há tempos não passa por nehum reparo.


Falta de Policiamento


Não obstante a falta de gerenciamento da gestão pública municipal, a falta de segurança pública não é muito diferente.
A delegacia encontra-se fechada na cidade de Caldas Brandão e não se tem 1 policial se quer para dá plantão na cidade.
A população pede socorro, antes que seja tarde demais, pois essa situação não pode continuar do jeito que estar.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

É O BRASIL

aceitaO último censo agropecuário trouxe verdades incômodas, que atiçaram a ira do agronegócio brasileiro. Afinal, a pobre agricultura familiar, com apenas 24,3% (ou 80,25 milhões de hectares) da área agrícola, é responsável "por 87% da produção nacional de mandioca, 70% da produção de feijão, 46% do milho, 38% do café, 34% do arroz, 58% do leite, 59% do plantel de suínos, 50% das aves, 30% dos bovinos e, ainda, 21% do trigo. A cultura com menor participação da agricultura familiar foi a soja (16%). O valor médio da produção anual da agricultura familiar foi de R$ 13,99 mil", segundo o IBGE. Quando se fala em agricultura orgânica, chega a 80%. Além do mais, provou que tem peso econômico, sendo responsável por 10% do PIB nacional.
Acontece que a agricultura familiar, além de ter menos terras, tem menos recurso público como suporte de suas atividades. Recebeu cerca de 13 bilhões de reais em 2008 contra cerca de 100 bilhões do agronegócio.
Portanto, essa pobre, marginal e odiada agricultura tem peso econômico, social e uma sustentabilidade muito maior que os grandes empreendimentos. Retire os 100 bilhões de suporte público do agronegócio e veremos qual é realmente sua sustentabilidade, inclusive econômica. Retire as unidades familiares produtivas dos frangos e suínos e vamos ver o que sobra das grandes empresas que se alicerçam em sua produção.